A cirurgia de hérnia corrige o defeito da parede abdominal por onde estruturas internas se projetam — caso das hérnias umbilicais, epigástricas, inguinais, femorais e incisionais. É considerada quando há dor, crescimento ou risco de complicações, e realizada por técnica aberta ou videolaparoscópica, geralmente com tela. A decisão é individualizada, definida em consulta.
Conteúdo revisado pela Dra. Nathalia Julio — Médica, CRM-SC 28644 · Revisado em julho de 2026
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O que é a Cirurgia de Hérnias Abdominais?
Hérnia é a projeção de estruturas internas do abdome — geralmente gordura ou parte do intestino — através de um ponto de fraqueza da parede abdominal, formando um abaulamento perceptível sob a pele, que pode aumentar com esforços ou tosse. Além do incômodo, a hérnia pode causar dor e, em algumas situações, evoluir para complicações que exigem atendimento imediato.
A cirurgia de hérnia corrige esse defeito: o conteúdo herniado é reposicionado e a parede abdominal é reforçada, na maioria das correções com o auxílio de uma tela cirúrgica, conforme indicação. O planejamento é individualizado, definido pela Dra. Nathalia Julio a partir do tipo de hérnia, do tamanho do defeito e das condições clínicas de cada paciente.
Quando a cirurgia pode ser indicada?
As hérnias da parede abdominal não regridem espontaneamente e, com o tempo, tendem a aumentar. Por isso, a avaliação cirúrgica costuma ser considerada quando há sintomas, crescimento progressivo ou risco de complicações — sempre de forma individualizada, levando em conta o tipo de hérnia e as condições clínicas do paciente. Entre os principais grupos avaliados em consultório:
- Hérnia umbilical: surge na região do umbigo e é comum em adultos, especialmente após gestações, ganho de peso ou esforços repetidos. Pode causar dor local e abaulamento que se acentua com o esforço.
- Hérnia epigástrica: aparece na linha média do abdome, acima do umbigo, em pontos de fraqueza da musculatura. Costuma se manifestar como um pequeno abaulamento, por vezes doloroso.
- Hérnias inguinais e femorais: localizadas na região da virilha, são as mais frequentes. A correção busca aliviar os sintomas e evitar complicações como o encarceramento, situação em que o conteúdo herniado fica preso e deixa de retornar ao abdome.
- Hérnias incisionais: surgem sobre cicatrizes de cirurgias anteriores, quando a parede abdominal não cicatrizou de forma firme. O planejamento da correção considera a extensão do defeito e o histórico cirúrgico de cada paciente.
Atenção aos sinais de alerta: dor súbita e intensa na região da hérnia ou abaulamento endurecido, que não reduz e vem acompanhado de dor, podem indicar encarceramento — situação de urgência. Nesses casos, procure um pronto atendimento imediatamente. Fora das urgências, a indicação cirúrgica é sempre construída em consulta, com avaliação criteriosa e decisão compartilhada.
Quer entender se essa cirurgia faz sentido para o seu caso?
Quero conversar sobre o meu casoComo a cirurgia é realizada?
A correção pode ser feita por técnica aberta (convencional) ou por videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva em que o procedimento é realizado por pequenas incisões no abdome, com o auxílio de uma câmera. A escolha depende do tipo e do tamanho da hérnia, do histórico de cirurgias e das condições clínicas de cada paciente — sempre que indicada e viável, a abordagem por vídeo é considerada.
Na maioria das correções, uma tela cirúrgica é utilizada para reforçar a parede abdominal e reduzir a chance de a hérnia retornar, conforme indicação. O procedimento acontece em ambiente hospitalar, com equipe de anestesiologia; o tipo de anestesia é definido conforme a técnica e o caso. Os detalhes da abordagem, o uso da tela e as alternativas são explicados em consulta, para que a decisão seja compartilhada e consciente.
Recuperação e acompanhamento
A recuperação varia conforme o tipo de hérnia, a técnica utilizada e as condições clínicas de cada paciente — por isso, não são estabelecidos prazos fixos. O retorno às atividades do dia a dia, a liberação para esforços físicos e os cuidados com a região operada são orientados de forma individualizada pela equipe.
No período inicial, é comum a orientação de evitar esforços e o carregamento de peso, com liberação gradual conforme a evolução. O acompanhamento próximo é parte central do cuidado: a Dra. Nathalia Julio e a equipe permanecem disponíveis para orientar cada etapa, esclarecer dúvidas e avaliar a cicatrização nos retornos programados. Qualquer sintoma que preocupe durante a recuperação deve ser comunicado à equipe; em situações agudas e intensas, procure um pronto atendimento.
Perguntas frequentes
Não necessariamente. A conduta depende do tipo de hérnia, dos sintomas e das condições clínicas de cada paciente. Como as hérnias não regridem espontaneamente, a avaliação médica é importante para definir, caso a caso, entre acompanhamento e correção cirúrgica.
Na maioria das correções a tela cirúrgica é utilizada para reforçar a parede abdominal, mas a decisão depende do tipo e do tamanho da hérnia e das condições de cada paciente. O uso ou não da tela é definido pela médica e explicado em consulta.
Existe a possibilidade de recidiva, que varia conforme o tipo de hérnia, a técnica utilizada e fatores individuais. As orientações do pós-operatório e o acompanhamento próximo buscam reduzir essa chance, mas nenhuma técnica elimina completamente esse risco.
O agendamento é iniciado pelo WhatsApp (48) 99170-8932 ou pelo formulário do site. A secretaria atende de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30, e orienta sobre disponibilidade, modalidade, valores e documentos necessários.
Não. A consulta serve para compreender o seu caso, revisar exames e conversar sobre alternativas. A cirurgia só é considerada quando existe indicação e quando esse caminho faz sentido dentro de uma avaliação individualizada, com participação do paciente na decisão.
O atendimento particular é uma das modalidades disponíveis. Unimed, SC Saúde e possibilidade de reembolso por outros planos também foram informados, mas as condições variam conforme consulta, local e procedimento. Confirme a disponibilidade atual diretamente com a equipe.
Sim, há possibilidade de atendimento online para situações clinicamente adequadas. Algumas avaliações, exames físicos e etapas cirúrgicas exigem presença. Ao solicitar o agendamento, a equipe orientará se a teleconsulta é compatível com a sua necessidade.
Na Metabore — Instituto Avançado de Cirurgia Digestiva, Bariátrica e Metabolismo, na Rodovia José Carlos Daux (SC-401), 3780, salas 303/304, Florianópolis/SC.
Leve documento de identificação e, se tiver, exames, laudos, lista de medicamentos em uso e informações sobre tratamentos ou cirurgias anteriores. A equipe pode enviar orientações específicas antes do atendimento.
Não. O site e o WhatsApp destinam-se a informações e agendamentos. Em caso de sintomas intensos, piora rápida ou situação aguda, procure imediatamente um serviço de pronto atendimento.
Ficou com alguma dúvida sobre o seu caso? A consulta serve exatamente para isso.
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Dra. Nathalia Julio
Médica cirurgiã com residências em Cirurgia Geral, Cirurgia do Trauma e Cirurgia do Aparelho Digestivo, e especialização em Endoscopia Digestiva Alta e Baixa pela FUGAST. Atende em Florianópolis, na Metabore, com avaliação individualizada e acompanhamento em todas as etapas.
